Não era barbeiro de Sevilha? Agora é de Londres?

 

RON GROO

 

   

 

BligGroo

Velocidade, literatura e mais.
1 ano!

03/07/2008 23:47

Mas eu tô rindo à toa!

Talvez tenha até sido por isto que houve o tal apagão da internet aqui em São Paulo!
Finalmente o fóssil que anda – e dirige carros de corrida – resolveu se aposentar!
As pistas de F1 estarão um pouco mais seguras no ano que vem...
E o Blig Groo não deixaria esta ocasião passar em branco
Vamos festejar com muita musica!
Primeiro uma canção do Supertramp!



E alguns depoimentos...



Chuck Norris Eu mandei ele sair...Tava fazendo hora extra já!



Bento XVI Ou saia ou eu escomungava ele!



Capitão Nascimento D.C. é um fanfarrão!
(With a litle help from my friend Kohara, Thanks!


Zé Pequeno David Coulthar é o ca###, por###!

Agora um video produzido por uns amigos escoceses do David!


enviada por Ron Groo



28/06/2008 21:59

Mais um conto...

Fiz este em homenagem a alguns amigos. Espero que gostem - eles e vocês que vão ler - E que comentem. Peço desculpas pela extensão do texto e esclareço que todos os personagens são reais.
Este conto é pare ser lido ao som de Tom Sawyer, do Rush...



OPERAÇÃO RESGATE!
Dizem que Kohara, o apresentador da rádio Bestlap tem um CD com os podres de todos os participantes do programa gravados.
Coisas que comprometem de forma inequívoca todos os que já por alguma vez participaram das gravações da Radio.
Nabuco, Oliver, Ron Groo, Felipe Midea, Diogo, também conhecido como Dfs, e até o novato Buck, teriam muito a temer com a divulgação destas informações.
Preocupados com isto, os cinco se reuniram no terminal rodoviário do Tiete para arquitetar um plano de invasão da casa do Kohara para pegar e destruir este CD.
Oliver: - Mas bah! Precisamos recuperar aquele CD de backup logo!
Nabuco: - A gente vai lá entra pega e sai fora...
Oliver: - Capaz... Ele deve ter seguranças, cachorros...
DFS: - Seguranças? Destes eu cuido!
Felipe: - Ah-ham... O Diogo é muito voluntarioso!
Buck: - Nervoso? O Dfs é nervoso? Ihhh.
Ron Groo: É Buck, ele é nervoso sim... Daquele jeito. Hehehehe.
Oliver: - Alguém tem plano?
Buck: - Eu tenho, mas espera ai que to no telefone...
Nabuco: Pra que plano... Já disse a gente chega de opala invade pega e sai fora.
DFS: - O Aviso trabalhava pro Kohara? Será que tem irmãos dele lá? – Lembrando do encarregado das cobranças da pizzaria do Oliver, que por acaso foi morar em Curitiba ficando seu vizinho...
Oliver: - Capaz!
Felipe: - Bem se alguém tiver alguma idéia, vai dizendo... Eu abro meu notebook aqui e a gente vai montando... É da HP!...
Ron Groo: - Ih... É aquele que você usa pra entrar no msn?
Felipe: - É... Por que?
Ron Groo: - Nada não... Algo me diz que vai falhar. A partir da maquina, não sei não...
Oliver: - Faz o seguinte... Arruma umas roupas de ninja, daquelas todas pretas... A gente pega um carro, vai até lá e no caminho pensamos em algo. E Buck desliga este celular...
Buck: - Espera ai pô. É proposta de emprego...





Um pouco mais a noite, em uma Rua do Morumbi, uma turma muito suspeita aparece dentro de um Opala verde – discretíssimo – pilotado por um tipo vestido de ninja que aparentava ser menor de idade. Dentro mais alguns: Havia um ninja com um celular; um outro com uma cuia de chimarrão; um ninja gordinho e baixinho; mais um outro com um notebook no colo, tentando o fazer funcionar. E curiosamente entre eles uma gueixa...
O ninja com a cuia de chimarrão pede a palavra:
Oliver: - Alguém de vocês se deu ao trabalho de bolar um plano? - O silencio só foi quebrado pelo barulho das teclas do notebook - Mas bah! Que isto! Será que ninguém aqui tem consciência do tamanho da gravidade do problema?
Mais silencio e mais barulho de teclas de computador.
O ninja do volante se prepara para começar a falar e é cortado.
Oliver: - Nem vem... Se tu vai falar para entrar na raça, no peito, é melhor ficar quieto.
Felipe: - Ai... Então... Eu fiz uns cálculos nas planilhas do Excel aqui e... Nada não... Deu pau!
Dfs: - Oh meu Deus! Fecha esta calculadora pô! – A gueixa faz sua primeira observação.
Toca um celular:
Buck: - Alô, sim sou eu o Buck... Posso retornar mais tarde? É to no meio de um negocio aqui... Não... Não vai demorar muito não... Ta! Abraço!
Ron Groo: - Quem era?
Buck: - Proposta de emprego...
Ron Groo: - Outra? Era namorado...
Buck: - Nem! Que isto...
Oliver: - Já que ninguém tem plano nenhum vamos usar um que pensei no ônibus vindo do Rio Grande para cá. A gente se divide em três grupos de dois. Eu e o Groo vamos pela chaminé da lareira. Dfs e Buck pela entrada dos fundos, Felipe e Nabuco ficam aqui fora. O Nabuco fica no volante, com o carro ligado pra gente fugir se der algo errado e o Felipe fica de olho na rua, se vir algo suspeito avisa! Fechado?
-De boa! – Concorda Nabuco.
-Tá certo – Diz Ron Groo.
- Mas por que eu tenho de ir com a gueixa? – Pergunta o Buck meio que indignado.
Oliver: - Bah! Não reclama, quando pedi para alguém se manifestar ficaram quietos. Agora agüenta.
Eles se separam e seja o que Deus quiser.



Nos fundos, Buck - muito a contra gosto – Ajuda Dfs a forçar as janelas e portas que encontram e nada. Todas devidamente trancadas.
Buck: - Que tal se a gente mixar a fechadura?
Dfs: - Não sei se dou conta?
Buck: - Eu faço.
Dfs: - Você também, colega?
Buck: - Que? Eu disse mixar, com “eme” e não com “bê”... Se liga!
Dfs: - Desculpe, entendi mal...
Buck: - É... Parece que você sempre entende mal... Agora, presta atenção e não faz barulho...
Dfs: - Me deixa tentar a próxima porta, sai da frente...
Diogo encosta o ouvido direito na porta e começa a forçar a fechadura com um grampo de cabelo, talvez influenciado pelos filmes policiais americanos de quinta categoria que assiste: - Buck?... Ce ta armado?
Buck: - Não... É que...
Dfs: - Que coisa gelada é esta que ce ta encostando ai atrás? Ta contente é?
Buck: - Não é que... Ó fica calmo, se você não demonstrar medo...
Dfs vira devagarzinho e encara surpreso um enorme cachorro pastor alemão, que o cheirava mais para curioso do que bravo...



Enquanto isto no telhado da parte de trás da casa Ron Groo e Oliver se equilibram para chegar até a chaminé da tal lareira.
Oliver: - Ron... Tu entras pela chaminé, quanto estiver lá embaixo assobia... Eu desço e a gente faz uma busca juntos...
Groo: Por que eu tenho de ir na frente? Por que não vai você?
Oliver: - Capaz... A idéia foi minha, já fiz minha parte, agora é contigo.
Groo: - Não concordo, mas vá lá que seja...
Ron Groo colocou as mãos sobre a chaminé e com um impulso se atira para dentro dela deslizando pela construção de tijolinhos. Algum tempo depois, se ouve sua voz com o eco característico de lugares apertados...
Groo: - Oliver? O Oliver!
Oliver: - Fala Ron, que houve?
Groo: Entalei...
Oliver: - Capaz! Ta falando sério?
Groo: Sérissimo, aqui embaixo é mais apertado, e meus pés nem tocaram o chão ainda.
Oliver: - Espera ai que vou dar um jeito...
Groo: - Ta...
Os passos de Oliver ressoam em cima do telhado, Groo que nada pode fazer espera pacientemente quando algo pesado cai sobre seus ombros.
Groo – Porra! Oliver, que isto?
Oliver: - Um tijolo que achei aqui em cima e pensei que com um pouco mais de peso tu desceria mais fácil...
Groo: - Não... Ce ta louco pára. Não joga mais nada não! Ai!
Oliver: - Agora é tarde, tu demorou demais a falar... Mas acabou. Não tem mais nada aqui.



E do lado de fora sentado ao volante do Opala verde, Nabuco espera pacientemente enquanto Felipe Midea que havia plugado um mini-modem para internet banda larga fornecido por uma operadora de celulares sai andando pelas ruas procurando um lugar onde o sinal fosse melhor. Como naqueles aparelhos celulares antigos, quando chega ao carro um PM.
-PM: - O senhor... Digo você garoto... Desce do carro e me dá seus documentos e os do veiculo... E de quebra me explica que porcaria de roupa é esta.
Nabuco: - Aew! Sem problemas. E esta é uma roupa de ninja, tipo fantasia.
PM: - Ah! Claro... E é muito normal estar vestido assim aqui no Morumbi não é?
Só então Nabuco nota que a poucos passos deles um outro policial militar aponta um revolver. Então avisa que vai abrir o porta-luvas do carro para pegar os documentos. Pega, junta com seus documentos pessoais, desce do carro e os entrega ao policial.
PM: - Nabuco Medeiros... Goiano... Menor de idade. E os documentos do carro estão em nome de Gino. Quem é Gino?
Nabuco: - É um amigo que emprestou o carro. E ó... Não sou eu quem está dirigindo o carro não viu... Só estou sentado aqui ao volante porque o carro esta parado.
PM: - Mas o veiculo esta com o motor ligado!
Nabuco então pensa rápido: - È que não esta pegando, ta com problemas...
PM: - Sei... E quem está dirigindo o veiculo?
Nabuco: - Hum... Err... É o Felipe... O Felipe! Aquele ali como o computador portátil andando que nem zumbi do outro lado da rua... Ele ta procurando um lugar que tenha um sinal melhor para ele acessar a internet e descobrir uma oficina mecânica que fique aberta 24 horas.
PM virando-se então para Felipe: - Ô zumbi! Você mesmo o carequinha... Vem até aqui!
Felipe: - Pois não seu policia... Que posso ajudar? Vou fechar o note. Não funciona mesmo e olha que é da HP...
PM: - O senhor pode me dar seus documentos?
Felipe: - Claro, pois não! – E entrega o RG.
PM: - Felipe Midea? É gringo?
Felipe: - Italiano... Descendente.
PM: - Habilitação?
Felipe: - Não tenho...
PM: Como não tem? O goiano ali disse que era você quem esta dirigindo o veiculo!
Felipe entendeu que tinha dado uma pequena mancada, e não tendo uma resposta melhor para a situação que acabara de criar sorri amarelo e abre novamente o notebook: - É da HP, mas não funciona direito... O senhor entende alguma coisa de informática?



No susto de ver o cachorro enorme atrás deles, Buck e Dfs nem vêem como abriram a porta. Correm e só se dão conta de que entraram na casa quando dela já saíram. Estão agora no quintal. Em cima de uma mesa encostada na churrasqueira.
O cachorro que os seguiu pulando como se estivesse brincando com velhos conhecidos. Latia e abanava o rabo, talvez esperando que alguém atirasse algo para que fosse buscar.
Da churrasqueira vinha um som abafado e pequenas pedras
O escândalo era tanto que os donos da casa acordaram, Kohara aparece no quintal vestido com uma camisa do São Paulo Futebol Clube, aquela do Rogério Ceni que ao invés de ter apenas o numero um às costas tem um dez ao contrario.
Kohara falando com o cachorro: - Schumacher! Deita! Mais que zona é esta aqui? Que porra de roupas são estas? Buck? Que ce ta fazendo em cima desta mesa com esta bicha?
Buck: - Como é que você sabe que é o Dfs?
Kohara: - Err... Bem, eu não sabia! Fala Diogo! Tudo bem? Que ta acontecendo?
Dfs: - Nada não... Hehe... Só visita!
Kohara: - Às quatro da manhã? Fantasiados? Quem mais ta ai?
Buck olhando para dentro da chaminé da churrasqueira: - Entalado aqui ta o Ron Groo. Então lá em cima deve estar o Oliver.
Kohara, chegando perto da churrasqueira: - Fala aí Ron! Beleza?
Groo: - Beleza o caralho, me tira daqui porra!
Oliver: - Ô Kohara... Tu puxa o Ron ai, e de quebra me arranja uma escada pra eu descer daqui? Eu pensei que esta chaminé fosse de lareira... É churrasqueira? É?
Kohara: - E aí Oliver, beleza? É churrasqueira sim, vou querer lareira em São Paulo pra que? Quem mais ta com vocês? Alguém pode explicar?
Neste momento chega ao quintal um policial militar trazendo consigo Nabuco e Midea, já sem o notebook, devidamente apreendido. Se bem que nem precisava. Não funcionou mesmo...
PM: - O senhor é morador da casa? Encontramos estes elementos em situação suspeita em frente ao seu portão. Eles disseram que conheciam o dono da casa. Achamos melhor verificar. E por acaso este computador é do senhor? Se for é melhor mandar consertar, que o elemento careca ali quebrou ele. Eu acho.
Kohara: - Não... Tudo bem autoridade... Eu conheço as peças sim... E o notebook é do careca... Digo... Do Felipe sim... Ele é que não sabe mexer. Por isto parece estar quebrado... Mas tudo bem...
PM: - Mais uma perguntinha só... O Opala verde que está estacionado lá fora esta em nome de um tal Gino... O senhor conhece também?
Kohara: - Tranqüilo... O Gino é um velho amigo! – Disse destacando o ‘velho’.
O policial então se despede, dizendo que se quisesse abrir um boletim de ocorrência por invasão ele estaria às ordens. Kohara disse não ser preciso e agradeceu levando o policial até a porta.
Quando voltou perguntou se alguém tinha alguma idéia de como tirar o Groo daquela situação.
Dfs então sacou do bolso uma lata de vaselina e propôs passar a mesma nas parte de Groo que estavam enroscadas na parede da chaminé.
Buck: - Mas que diabos ce ta fazendo com uma lata de vaselina no bolso da fantasia de gueixa?
Dfs: - Nunca se sabe quando vai precisar né? – Diz piscando cúmplice...
Kohara então pede as explicações que lhe são devidas. Explica-se tudo. Ele não entende muita coisa. A história era por demais confusa e sem nexo.
Quem é que havia dito que ele tinha o tal CD? E quem disse que o CD estava com ele na casa dele?
Oliver: - Não está? Viemos um de cada ponto do País à toa?
Kohara: - Bem, não... O Cd até existe, mas sumiu aqui de casa há algum tempo já. E não tinha só mancada de vocês, tinha umas minhas também. Fiquei preocupado, mas agora é tarde... Já foi.
Todos ficam frustrados. Um silencio pesado se abate sobre o quintal. Nem Schumacher, o cão pastor alemão late mais quando de repente:
Felipe: - Ahá... Funciona ou não... O bagulho é da HP, tem que funcionar... Hahahaha!
Midea consegue fazer funcionar o notebook que até ali fora imprestável. Todos se juntam sobre o aparelho para ver... Buck com os braços em torno da cintura de Diogo nem se dá conta do ridículo da cena.
Então Midea conecta ao provedor e recebe a notificação de que tem uma nova mensagem de e-mail. Ele abre a mensagem e todos lêem intrigados.
Message to Midea: O CD está comigo, agora vocês estão em minhas mãos. Querem de volta? Venha até Cuba buscar... Assinado: Ric Bol!
Cuba... Agora seria este o destino e o grupo acaba de ganhar um novo integrante. Este sim com traços de ninja autentico...


enviada por Ron Groo



24/06/2008 20:00

A(va)caliações – França 08

Massa - Teve sorte e competência, é o novo líder e é sério candidato ao titulo. 10

Faver o que, o cara que colofou o cano do escafamento nele não aperfou direifo, errr, poffo mudar a resposfa?

Kimi - Fora o azar que teima em lhe acompanhar, não teve culpa nenhuma e nem pode ser considerado azar ganhar oito pontos... - 8

Eu mandei apertar o cano... Eu disse: Aperta que aguenta...!

Escapamento – Este sim o grande culpado – 10



Trulli – Corrida muito boa. Levou a desacreditada Toyota ao terceiro posto. Se bem que ele também é desacreditado. Empate entre ele e o carro – 9


Alguém pode por favor me dizer qual dos dois é o Trulli?

Kovalainen - Penso que foi o grande nome da corrida, recuperação belíssima! – 10

Kubica - O carro não se acertou na pista francesa, ele também não. Voltou ao normal? – 6



Webber - Com menos brilho que nas provas anteriores, e daí? – 5

Piquet - Grande prova! Vai dando a volta por cima aos poucos – 7

Segurando o Kova; um barbeiro londrino e um fóssil, tá ou não melhorando?

Alonso - Foi muito bem, o errinho no fim da prova não comprometeu – 7

Couthard - voltou quase totalmente ao normal só faltou bater em alguém – QCFD



Hamilton - Barbeirão, barbeirão! – Hahahahahahaha



Daqui para trás tudo normal, só o Button destoou e abandonou a prova, mas... Quem liga para o Button?


enviada por Ron Groo



22/06/2008 14:59

Grooniadas na França - 22/06/08

Ah! A França!
França dos vinhos; Da champagne; Dos queijos fedorentos; Do povo que não gosta de tomar banho; Daquele monumento que parece um elogio ao inacabado; Do Louvre e claro de... Magny Cours!
Uma pista peculiar tem quem goste e tem quem odeie. Fico morno, nem um nem outro.
Pode ter sido a ultima corrida por lá. Se for mesmo o que vai ficar para os arquivos é que a ultima vitória foi da Ferrari e de um brasileiro. Fato que nem teria muita importância se não fosse pelo motivo de fazer com que o vencedor da prova fosse alçado a condição de líder do campeonato.
Acho que muitos aqui, assim como eu gostariam de ver novamente corridas em Paul Ricard ou até Clermond Ferrand. Mas o que parece é que teremos uma outra pista de rua nas proximidades de Paris. É esperar para ver. Pode acontecer tudo, inclusive nada.
Magny Cours se caracterizou por sediar provas um tanto chatas. A deste ano mesmo teria sido uma procissão se não fosse fatos estranhos, falta de sorte de uns e afobamento de outros. Mas a corrida deste ano teve ao menos pontos de emoção:
• A ótima corrida de Jarno Trulli.
• A grande corrida de Kovalainen.
• As barbeiragens e a manobra de “Dick Vigarista” de Hamilton.
• A boa corrida de Nelson Ângelo Piquet. Marcando seus primeiro pontos e com méritos.
• O escapamento frouxo – sem duplo sentido – de Raikkonen.
• A competência de Felipe Massa ao aproveitar a chance dada por Kimi.
• Os dois Renault segurando por varias voltas seguidas Lewis.
• A vitória de Felipe Massa assumindo assim a ponta do campeonato.
• Um único abandono, Button, mas como eu já disse: Quem liga para o Button?

E ninguem liga para o Button...

Trulli foi uma surpresa. Piloto experiente, mas sem muito brilho. Num carro sem brilho nenhum, diga-se. Pulou a terceira posição ainda na largada e de lá não saiu mais. Merecidamente.

E quem diria. o italiano tem um fan clube francês!

Heikki foi punido, caiu muito para trás e teve de vir remando pacientemente até conseguir a quarta colocação. As corridas sofríveis que havia feito até aqui deveriam ser esquecidas. Era circunstancial. Quando o azar finalmente o deixou em paz ele mostrou serviço. Só ficou a duvida. Será que o sapo que estava enterrado no tanque de gasolina de sua McLaren se mudou para a de Lewis?
Onde não é azar é barbeiragem. Mas já a algumas corridas que o incensado piloto só faz porcaria. Anda confundindo arrojo com afobação. E ainda por cima teve uma punição – muito justa, diga-se – por uma manobra para lá de espertalhona. Só faltou chamar o Mutley. E continuando nesta analogia. Sebatian Vettel teve seu dia de “Penélope Charmosa”, tirando a duvidosa honra de Rosberguinho(a).

Nico na pista francesa de Magny Cours

Nelson Ângelo pode não ter dado uma resposta à altura das criticas que sofreu. Para isto tinha que ganhar a corrida tamanha à fúria dos detratores. Mas começou sua caminhada rumo à tranqüilidade. E não importa se Alonso errou, o fato é que ele ultrapassou e chegou à sétima posição marcando assim seus primeiros pontos na carreira.
Ah... Agora eu quero ver... Vou cobrar mesmo! Quero ver o pessoal que me pega no pé por chamar Kimi de bunda mole! É mole e frouxa. Ou o que mais explicaria o fato do escapamento se soltar? Aqui tem duplo sentido sim viu!

Kimi deixando o autódromo

Até este fato serviu para mostrar o tamanho da diferença entre a Ferrari e as outras equipes. Mesmo com o problema causado pela peça que se soltou o carro de Raikkonen só ficou mais lento que o de seu companheiro de equipe. Não foi sequer incomodado pelo terceiro colocado. Claro some-se isto a competência que lhe é inegável – apesar da bundamolice que às vezes teima em lhe acompanhar – e tenha ai a tal diferença que citei.
Massa se aproveitou do escapamento – sem duplo sentido agora – assumiu a ponta e seguiu para uma vitória segura e incontestável sob qualquer ponto de vista. Minha tese de que Massa é o piloto mais cotado para o campeonato ganha força. Parece muito mais determinado que todos os outros adversários e está num momento muito melhor inegavelmente.
Foi sorte? Foi! Mas isto não faz parte do histórico das corridas de carro?

A bronca da namorada deu certo - vide foto do post anterior.

Bem... Este foi o Gp da França: Peculiar como os queijos fedorentos e mulheres que não tomam banho. Dizem que é por isto que eles têm tanta tradição em fazer ótimos perfumes...
Ah sim... Já ia esquecendo um dos tópicos que criei: Os dois carros da Renault segurando o Lewis Hamilton... Bom para isto vou usar um chavão: Uma imagem vale mais que mil palavras!


enviada por Ron Groo



20/06/2008 21:51

Tem explicação?




Por algum motivo a namorada de Felipe Massa está lhe dando uma bronca. Note como ele anda apressado e com cara de poucos amigos.




Mas o que mais me intriga e esta imagem.
O que Kimi e Lewis faziam juntos dentro deste banheiro quimico?

enviada por Ron Groo



18/06/2008 20:56

Notinha do busão




Uma notinha do busão um tanto diferente, mas nem por isto deixa de ser uma notinha.
Estava eu sentado no coletivo e nos bancos logo ao lado uma dupla de pedreiros conversava meio que preocupados com o fato de que na região vem proliferando as casas pré-fabricadas.
Mostrando bem pouca intimidade com esta novidade comentavam:
-Parece bom, mas é o tipo de coisa que... Olha... Se pegar mesmo a gente fica sem trabalho.
-Fica nada! Aquilo é uma coisa que vai dar muito emprego ainda... Vai vendo, mesmo sendo pré-fabricada vai precisar de alguém para montar ela né?
-É vai...
-Então!
-Que tipo de trabalho?
-Bem alguém vai ter de tirar as paredes das caixas de papelão...
-E é que nem quando vem guarda-roupa, armário novo?
-Igualzinho...
-Rapaz... Agora fiquei encafifado... E quando o sujeito montar o negócio errado?
-Errado? Como?
-Ah! Sei lá... Montar a parede do lado contrario, por exemplo. Com os azulejos da cozinha ficando todos pro lado de fora da casa...
Depois desta eu apertei o sinal de parada do ônibus e desci. Três pontos antes do meu.
enviada por Ron Groo



16/06/2008 21:03

Enquanto isto em Woking

O vexame que a McLaren deu no GP do Canadá não se repetirá...
Piloto que só tem quinze pontos; piloto acertando traseira de carro parado em semáforo... Chega! Agora vão entrar na linha.
Como gosto muito da equipe prateada aconselho Ron Dennis a contratar uma pessoa que vai fazer às vezes de ‘chefe’ de equipe e por ordem na bagunça!
Penso que Ron esta sendo muito paternalista com os dois pilotos e que quase se arrepende de ter deixado o Alonso ir embora.
Ele - Alonso - era chato, queria ser o dono do time a qualquer custo, desenhava as sobrancelhas, mas ao menos fazia o carro andar direito e brigou pelo titulo até o ultimo instante do campeonato passado.
Com este contratado a equipe vai ter um outro espírito. É um homem que sabe lidar com estrelas. Que sabe extrair o melhor de novatos. Mas aviso! O homem é durão. Quase um general prussiano. Não vai dar moleza! E tem mais... Sabe tudo de estratégia!



Se antes eles perdiam para a Ferrari e para a BMW, agora tenho a impressão que vão tomar coro até da Toyota e da Honda.... Paraguai e Venezuela da F1 respectivamente.
Go Ferrari, go!
enviada por Ron Groo



12/06/2008 20:23

Mais um conto...

Tem alguns que eu ainda não mostrei por aqui, aos poucos vou mesclando os assuntos e colocando coisas minhas - novas e velha - junto com a tradicional bandalheira do Blig Groo.
Este é um tanto longo, mas penso que vale a pena ler. Obrigado e não deixem de comentar...





DA SÉRIE PROFISSÕES DE RISCO: MÚSICO DE CHURRASCARIA
Tem algumas profissões que são, decididamente, de alto risco.
Penso que a pior delas em qualquer hipótese é a de musico de churrascaria.
Pode discordar!
Pode apresentar ai uma lista com outras um tanto piores em todos os aspectos. Só que ser musico de churrascaria é estar numa sucursal do inferno incrustada no paraíso.
É... Paraíso sim! A não ser que você seja vegetariano - com que convenhamos é um desperdício já que nós seres humanos somos dotados de uma dentição completa para cortar, triturar e amassar alimentos, inclusive e principalmente carne – uma churrascaria, principalmente se for rodízio, é uma coisa maravilhosa. O cidadão fica lá sentadão... Feito uma marajá, um rei, enquanto os garçons passam ao lado da mesa empurrando carrinhos e trazendo espetos recobertos de preciosidades tais quais ‘maminhas’; ‘picanhas’; ‘cupins’; ‘alcatras’ e até outros cortes menos nobres.
E quanto a ser ‘sucursal do inferno’ o fato de ser musico de churrascaria, bem, tire suas próprias conclusões...



Imagine ai alguns membros de um grupo musical, uma banda. Três, para facilitar e que arrumaram um bico em uma churrascaria.
Pense que é uma grande chance de mostrar o trabalho para um possível figurão que por acaso esteja fazendo uma boquinha por lá. Passam a ensaiar como loucos.
Caprichando no perfeccionismo. Testando detalhes de arranjos a exaustão. Por vezes discutem e quase chegam até as vias de fato por besteira, por altura de nota, comprimento de solo... Bobeiras hão de convir.
Então pegam os instrumentos e os equipamentos e, na maioria das vezes empilham tudo dentro de uma Kombi muito surrada e se dirigem para a churrascaria.
Sobem num palco – quando há um – e tentam, apenas tentam configurar o palco de uma forma em que seja possível ter espaço para todos, incluindo ai a bateria, e pequenas caixas de som viradas para os músicos, que farão às vezes de retorno. Afinal é preciso ouvir o que se esta tocando, pois não?
Não! Ao menos é o que pensa o gerente da casa que com cara de poucos amigos vem até as caixinhas e as viram para o salão. E não adianta argumentar que a casa tem um sistema próprio de som espalhado pelo salão e que aquelas pequeninas não alcançariam sequer a segunda mesa logo após o palco. Mas o cara é o gerente e vai ficar do jeito que ele colocar ou nem precisa começar a tocar.
Engolem este sapo e fazem a afinação dos instrumentos. Com uns ruídos de talheres, copos e risadas.
Isto para não falar daquela menininha da mesa dos fundos que insiste em mastigar de boca aberta fazendo com que o contra baixista consiga identificar qual o corte de carne ela esta deglutindo.
Uma rápida panorâmica sobre o publico do lugar...
No salão da churrascaria existem dois setores e dois grupos distintos.
O setor de não fumantes e o de fumantes.
Como se fosse possível separar dentro do mesmo ambiente o ar que se respira. Como se a fumaça não passeasse livremente entre as mesas dos dois setores.
Lamentável.
E os grupos eram os mais dispares possível. No centro estava um grupo de funcionários públicos fazendo happy hour juntos e que eram fãs de Raul Seixas. Do outro lado, separados apenas por uma ou duas fileiras de mesas estava um grupo de evangélicos comemorando sabe-se lá o que.
Após concluir – com muito custo – a afinação dos instrumentos o cantor, que também é o guitarrista da banda dá umas batidinhas com o indicador no microfone. Para testar o som e também para chamar a atenção do seleto publico presente. Sem êxito, claro!
- Oi, nós somos a banda – diz o nome do grupo – e estamos aqui para entreter e divertir vocês, enquanto saboreiam os pratos ai...
Como ninguém nas mesas se manifesta o baterista então bate as baquetas sobre a cabeça e inicia a contagem: - Um, dois, três, vai...!
Atacam uma versão bonita de uma musica do Elvis Presley: “Suspicious minds” e nada!
Na seqüência uma canção da Legião Urbana que para estes casos é tiro e queda. Tem sempre alguém que gosta de Legião em qualquer lugar do país.
Mas não ali naquele momento. Continuavam a ser ignorados.
A seqüência de canções foi uma verdadeira caixa de jóias. Titãs; Roberto Carlos; Alceu Valença; Engenheiros do Havaí; Luiz Melodia. Tudo muito eclético e de bom gosto, mas ainda assim não emplacava. Não causava nenhuma reação nos comensais da casa.
É ou não é estar numa ‘sucursal do inferno’? Os caras ali em cima do palco fazendo o seu melhor e o publico mais preocupado com o ponto da ‘picanha’.



O animo vai diminuindo, apenas os garçons ainda prestam alguma atenção às musicas e de quando em quando arriscam pedir um Reginaldo Rossi, ignorado pelo grupo, óbvio!



Lá pelas tantas um sujeito do grupo dos funcionários públicos – completamente bêbado – se levanta. E trôpego passa pela mesa dos evangélicos, encosta os cotovelos na beirada do palco e começa a bradar “Toca Raul!”.
E insiste. Grita de novo.
Grita entre uma e outra canção. Grita no meio das musicas e segue enervando, chateando.
Imagine agora o baterista, que é quem estava mais próximo do cara e o que mais demonstra irritação, já que não gosta da obra do Raul e provavelmente nem do próprio. É ele quem discretamente veta a execução das musicas do maluco beleza.
- Pessoal, vamos dar uma pausa para tomar uma água, e deixar que vocês comam em paz um pouquinho... – Diz o cantor/guitarrista como se não fosse apenas isto que todos estiveram fazendo até aquele momento.
No banheiro da churrascaria em uma pequena reunião, decidem que tocarão Raul Seixas na volta ao palco. Por votação e usando o argumento de que se alguém esta pedindo é porque vai prestar atenção. E um prestando atenção é muito, mais muito melhor que ninguém. Certo?
Certo!
Voltam ao palco e lembram-se que não decidiram qual musica tocar. Entreolham-se e a solução vem de onde menos poderiam esperar. O baterista faz a contagem e ataca a introdução de uma canção do ultimo disco do Raul juntamente com Marcelo Nova: Pastor João e a igreja invisível.
“Eu não sei se é o céu ou o inferno/Qual dos dois você vai ter que encarar/E foi pra não/lhe deixar no horror/Que eu vim para lhe acalmar”
Os versos fazem acender uma luz vermelha de alerta sobre a mesa dos evangélicos. Os olhos se voltam para o palco e não estão lá muito amistosos.
“Se o pecado anda sempre ao seu lado/E o demônio vive a lhe tentar/Chegou a luz no fim do seu túnel, minha filha/O meu cajado vai lhe purificar.”
Eles já ameaçam se levantar da mesa e ir à direção ao pequeno palco... Enquanto isto o bêbado na beirada do palco continua berrando: “-Toca Raul!”!
“Pois eu transformo água em vinho/Chão em céu, pau em pedra, cuspe em mel/Pra mim não existe impossível/Pastor João e a igreja invisível”.
Não tinham mais duvida. Foram aos donos da churrascaria para pedir para que a banda parasse de tocar, ao menos aquela musica que eles consideravam ofensiva a eles. Só que os proprietários dizem não poder fazer muita coisa.
Se tentasse cortar o som a casa também ficaria as escuras. E simplesmente pedir para parar poderia gerar uma reação negativa. Poderia parecer censura e eles não queriam se indispor com a classe musical e com a única banda que aceitava tocar por aquela ninharia.
“Para os pobres e desesperados/E todas as almas sem lar/Vendo barato a minha nova água benta/Três prestações, qualquer um pode pagar”.
Então resolveram eles mesmos – os evangélicos - interromperem o numero musical e foram ao palco para exigir o fim da musica. Enquanto o outro insistia em gritar: “-Toca Raul!”.
Mesmo vendo que a situação parecia engrossar para o lado deles, os músicos continuam tocado a canção:
“O sucesso da minha existência/Está ligado ao exercício da fé/Pois se ela remove montanhas/Também trás grana e um monte de mulher”.
Era a senha! Os evangélicos chegam ao palco e sobem para tentar silenciar os instrumentos à força.
O baterista numa tentativa de se defender empurra com o pé o pedestal em que está apoiado o seu prato de ataque que cai e acerta o supercílio do bêbado que gritava o ‘toca Raul’.
Sendo o supercílio uma região sensível e sendo o prato um tanto pesado – sem contar a força da queda - é inevitável o corte e que dele escorra sangue em abundancia.
Vendo o colega naquela situação, os outros ocupantes da mesa dos funcionários públicos vêm em seu auxilio e só tem uma certeza. A agressão partiu dos evangélicos. Querem tomar satisfações que não são dadas e o pau quebra generalizadamente.
Socos, pontapés, palavrões cabeludos de lado a lado. Cadeiras que vooam...
Um prejuízo enorme para a churrascaria, enquanto lá fora na Kombi os músicos “funcionários da sucursal do inferno”, intactos – diga-se - guardam seus instrumentos junto com o que conseguiram salvar do equipamento de palco.
Não voltaram nem para receber o cachê e nem para gastar outros cachês que ganhariam futuramente...
É ou não um emprego de alto risco?



enviada por Ron Groo



09/06/2008 22:49

Ava(ca)liações - Canadá - 08




Ganhou com justiça e sorte de campeão que um dia ainda vai ser: 10




O segundo lugar mostra maturidade, trabalhou pela equipe: 9




Foi o terceiro e ficou tão emocionado que esqueceu onde estavam as muletas, precisou de apoio como mostra a foto: 8
Massa foi muito bem, fez a ultrapassagem mais bonita do campeonato até agora e no fim ainda pensou no campeonato do qual é o terceiro empatado em pontos com o barbeiro de Londres.




Rubinho chegou a liderar a corrida, tinha algo estranho, mas tão estranho que quem estava logo atrás dele era um japonês: 7 para Rubens e hahahahaha quebrou o bico para Estragajima.




Dialogo entre os dois:
Kimi: "-O que você disse para a equipe pelo rádio?"
Lewis: "- Bati em algo mole aqui..."
Kimi: "- O que? E eles?"
Lewis: "-Perguntaram a mesma coisa, e eu respondi: A bun...err! A traseira do Raikkonen..."
Kimi: "-Tá me sacaneando né? E ainda teve coragem do meu acidente lá no pódio de Mônaco."
Lewis: "-Pô! Foi mal.




Outro dialogo:
Ela: "-Dá um beijo meu vovôzinho lindo!"
David: " Não aperta muito, se não quebra a dentatura, doi as costas..."


E nas entrevistas depois da prova




É muito bom ganhar, e diz pro Groo que narigudo é a...




Agora que a BMW alcançou a primeira vitoria eu posso cumprir a promessa que fiz pro protetor do Kubica e raspar a barba...




Então, agora eu vou jogar bingo, só que com mais um podio na carreira. Tooooomaaaa Grooo!


enviada por Ron Groo



08/06/2008 18:35

Grooniadas no Canadá - 08/06/08 - O inusitado

Inusitado.
É esta a palavra correta para se aplicar ao Gp do Canadá de 2008.
Inusitado foi o treino oficial de Sábado que mostrou que a McLaren de Lewis Hamilton sobrava em relação aos outros carros do grid, principalmente frente aos dois Ferrari de Massa e Raikkonen. Não tanto por estar na frente, mas pela facilidade até em que conseguiu a vantagem. O único que causou alguma preocupação a ele na tomada oficial foi Robert Kubica que até os instantes finais parecia que iria garantir sua segunda pole position da carreira. Não deu. Só que o melhor estava por vir.
Ao fim dos treinamentos a reclamação era geral: O asfalto estava se esfarelando as curvas dois e 10.
Inusitadas as imagens onde maquinas foram postas na pista para recapear às duas curvas com asfalto rebelde.



A preocupação era tanta que se chegou dizer que se o asfalto voltasse a ceder o safety-car seria posto na pista para que a sujeira provocada pelo esfarelamento fosse limpa. Não foi preciso.
A largada foi limpa, sem sustos e Lewis Hamilton pulou na frente abrindo com facilidade. Em segundo vinha o polonês e em terceiro Raikkonen.
Na volta dezessete o tal ‘inusitado’ volta a dar as caras: Adrian Sutil com problemas mecânicos abandona a corrida e deixa seu Force Índia numa posição perigosa.
Tá certo, Sutil abandonando corrida não tem nada de inusitado dirão alguns e é verdade, porém o fato traz a pista o tão aguardado safety-car que é figura fácil em todos os Gp´s na Ilha de Notre Dame.
Ele entra, forma-se a fila indiana – sem alusão a equipe de Vijay Malya – e na volta seguinte boa parte da fila – incluindo aí todos os lideres – se encaminham para os boxes.
Lewis, Kubica, Raikkonen, Rosberg, Massa.
Trocam pneus sem problemas e beneficiado pela posição de parada dentro dos boxes Kimi sai à frente do então líder Hamilton. Ao lado dele, Kubica e se aproximando da saída do pit lane um sinal ainda vermelho faz com que os dois dêem uma parada. Hamilton vem por trás e bate na traseira da Ferrari numero um. Batida típica de semáforo e como se sabe, nestes casos quem bate atrás é que esta errado. Como conseqüência os dois – líder e vice do campeonato – abandonam a corrida.


O metro-sexual da Willians que vinha logo atrás do barbeiro de Londres teve o bico do carro quebrado. O que nem chega a ser novidade se lembrarmos do Gp de Mônaco...
Ah! E para não deixar o companheiro sozinho na corrida para saber quem quebra mais bicos na equipe de Grove, o japonês Kazuki Estragajima também quebrou o seu na reta que leva aos boxes. E como desgraça pouca é bobagem o bico ficou preso em baixo do carro e ele não conseguiu fazer uma pequena curva e bateu no muro já dentro do pit.
Globalização é isto ai! Um alemão e um japonês dando milhares de dólares em prejuízo a uma equipe inglesa numa pista do Canadá!
A corrida tinha tudo para ficar muito boa para Felipe Massa, mas provavelmente uma falha no equipamento de reabastecimento fez com que ele voltasse algumas voltas depois para os boxes. Outra tese para o não reabastecimento é a de que a equipe ficou olhando de boca aberta a barbeiragem do piloto da McLaren e se esqueceu de por gasolina no carro do brasileiro. O que o atrasou e muito em relação à Robert Kubica que tiraria proveito das paradas de boxes dos pilotos que vinham imediatamente a sua frente para assumir a ponta da corrida. De onde não sai mais até a bandeirada final.
Massa fez uma corrida muito boa e fez a ultrapassagem mais bonita da prova quando numa só manobra em pleno hairpin que soltava asfalto levou vantagem sobre Rubens Barrichello e Heikki Kovalainen.


E o inusitado continuava lá!
Foi a primeira vitória da equipe BMW e logo uma dobradinha com Nick Heidefeld em segundo, e pasmem: David Couthard em terceiro, sem bater em ninguém! E nem sozinho... O mesmo Santo que olha por Kubica estendeu sua proteção a David nesta corrida (e de quebra aos outros corredores que tiveram de passar por perto dele).
Mas principalmente e muito mais importante é que foi a primeira vitória de Robert Kubica. De quebra o polonês assume a liderança do campeonato de pilotos. Se vai se sustentar ai é o que menos importa. Até porque na seqüência do campeonato as pistas são mais favoráveis à equipe de Maranello.
E como não podia deixar de ser o ‘inusitado’ subiu ao pódio para tocar pela primeira vez o Hino nacional Polonês numa corrida de Formula 1.
Com justiça! Viva Kubica, a primeira de muitas. Com certeza!



enviada por Ron Groo



06/06/2008 14:42

É um disparate mesmo.

Por favor não confudam esta opinião com nem uma forma de discriminação ou homofobia.
O Ministério da Saúde vai incluir em sua tabela os procedimentos cirúrgicos para troca de sexo.
Ora vejam, homem nasce, cresce e fica descontente com seu sexo. Resolve mudar e quem tem que pagar por isto? O cidadão que recolhe impostos.
E ai vai se argumentar: “-Ah! Mas os homossexuais também recolhem impostos!” –
Justo, então alegue-se também que milhões de pessoas com milhares de doenças – estas sim graves e merecedoras de auxilio oficial por ser caro o tratamento – também pagam e nem por isto tem seus problemas inclusos na tabela do MS.
Oras! Faça-me um favor!
E como explicar então as milhares de mulheres que dependem de um simples remédio para o controle das funções da tireóide que o caso delas não está previsto nestas tabelas? Não estando assim seus remédios disponíveis nas farmácias dos postos de saúde da rede publica, mas que se um sujeito resolver cortar o p... fora por questões estéticas o governo paga.
É o poste mijando no cachorro mesmo.


enviada por Ron Groo



04/06/2008 23:01

Bye bye Bo!

Foi batizado originalmente Ellas Bates, depois adotou como sobrenome McDaniels, mas apareceu para o mundo definitivamente como Bo Diddley.
Seu nome é uma corruptela de ‘bow didley’ que é um violão rudimentar de apenas uma corda de origem africana. Mais ou menos como o berimbau.
Bo Diddley foi um bluesman forjado na tradição do Delta do Mississipi sendo um dos responsáveis pela aproximação do estilo com o blues eletrificado de Chicago.
Esta fusão originou o rythym blues, que tocado de forma acelerada por Bill Haley acabou criando o rock´n´roll como conhecemos hoje.
Mesmo as honras tendo sido dadas ja há muito tempo a nomes como Chuck Berry, Little Richard e até Elvis Presley – este ultimo já pegou o rock pronto – sua levada rítmica característica mais a guitarra personalíssima de Diddley – era retangular – foram tão ou mais pioneiras e importantes quanto os dois primeiros.
O primeiro disco foi lançado em 1955 com as musicas “Bo Diddley” e “I´m a man” e desde então influenciou todo mundo de Eric Burdon a Rolling Stones.
Compôs entre outras perolas “Before you accuse me” que Eric Clapton tratou com muita reverencia e respeito em seu álbum acústico.
Diddley faleceu neste dia 2 de Junho em sua casa em Archer, Flórida de falência cardíaca.



Enquanto isto, outros além de não morrerem, ainda continuam por ai enchendo o saco sem trazer nada de bom ou belo ao mundo... Dando munição a demagogos, hipócritas e péssimos jornalistas.
Ah! E ficam na presidência da FIA também... Ai ai.
É exatamente sobre isto que falamos nesta edição da Radio On Board e de quebra Felipe Maciel e eu demos uma panorâmica nas expectativas do Gp do Canadá.
enviada por Ron Groo



31/05/2008 21:31

Uma história de amor

Faz tempo que não coloco aqui um conto meu... Desta vez ele é um pouco diferente da forma que eu costumo escrever, mas achei que seria legal postar... Não deixem de comentar!

Apenas uma história de paixão.
Ah! A paixão...
Este estado de espírito que nos obriga a fazer coisas que dificilmente faríamos bêbados, quanto mais sóbrios, não?
Não é comigo isto, se bem que nunca disse, nem aqui e nem em lugar algum que não me apaixone... Faço isto todo dia e pela mesma pessoa, o que é até bem mais nobre e seguro.
Um camarada... Melhor, um conhecido caiu de paixão. Chapou! Como se diz hoje em dia. E olha que o sujeito não é nenhum adolescente. Longe disto.
Viúvo a tempo demais para ficar sozinho e tempo de menos para esquecer quem se foi. Vivia dizendo que estava bem sozinho. Embora nem ele mesmo acreditasse nisto.
E os amigos menos ainda e conspiravam fazer com que ele se interessasse e se apaixonasse por alguém.
Não que fosse um chato e quisessem livrar-se dele a qualquer custo e com qualquer uma. Mas sentiam que ele precisava.
Até a saúde dele demonstrava que era necessário. Crises de hipertensão, um humor instabilíssimo... Só podia ser falta de paixão... Não de sexo que isto é fácil, mas de paixão mesmo. Daquelas que arrasam o vivente.
Só que ele não dava o braço a torcer.
Vamos chamá-lo de Omar... Até porque ele mesmo diz que “Osmar” é uma forma de barbarismo: “-Se for para ser certo tinha que fazer a concordância do plural. Então seria “Osmares” e ficaria horrível, não”?
Felipe, Rodrigo e até Rogério – todos os nomes fictícios - pensavam que era hora de fazer algo. Mas o que? Como?
Conversavam os três sobre isto ao de uma quadra esportiva do bairro quando o próprio chegou. A conversa naturalmente se tornou truncada e sem muitos assuntos para o momento foi minguando até que um silencio constrangedor baixou. Daqueles que fazem com que cada qual dê uma desculpa diferente e saia caminhando numa direção qualquer... Quando uma bola de basquete passa por sobre o muro e cai perto do grupo. Como não aparecesse o dono, ficaram jogando a bola um para o outro e rindo dizendo que não eram mais jovens o suficiente para entrar na quadra e brincar um pouco.
Omar surpreendentemente ousou discordar. Tomou a bola nas mãos e entrou na quadra pelo portão que estava aberto.


Os outros três o seguiram. Arremessaram algumas vezes ao aro, dividiram-se em duplas e tentaram driblar uns aos outros. Até que Omar acusou cansaço. Sentou-se e aparentava e reclamou de falta de ar e dor no peito.
Por bem acharam melhor ir ao posto de saúde mais perto para medir a pressão e tudo o mais. Podia até nem ser nada, mas para que arriscar?
Já no posto senta-se num banco qualquer enquanto Rodrigo faz a ficha. Não demora e ele é chamado ao consultório. O médico mesmo sem olhar sequer para o rosto do ‘doente’ colocou o estetoscópio em seu peito e pediu uns exames mandando voltar quando estiverem prontos.
Pressão, sangue, temperatura, radiografias e tudo bem... Volta-se ao consultório só que na porta errada. E lá dentro uma doutora morena com surpreendentes olhos verdes, 1,68 de altura, corpo aparentemente bonito por baixo daquele jaleco característico...
Ela desfaz o engano com um sorriso luminoso.
Ao saírem do consultório dela a cabeça de Omar ainda demorou um tempo para virar na direção da porta, com os olhos dele procurando os dela.
O médico não viu nada de errado nos exames, só fez a ressalva de que o coração do Omar estava acelerado um pouco mais do que quando tinha auscultado ao entrarem. Mas nada que causasse preocupação...
Do lado de fora do posto de saúde Omar abre o coração e conta o que sentiu quando viu a doutora... Rodrigo, Felipe e Rogério – todos os nomes fictícios – Viram ali a chance para promover o retorno de Omar ao mundo dos apaixonados.
“-Vamos volta lá, eu notei que rolou aí uma simpatia mutua...” – Disse Rodrigo.
“-É, teve química!” – Vaticinou Felipe. – “-Vamos voltar lá e ver se dá para deixar eles a sós uns minutinhos, alguém aí se lembra que consultório ela estava?”.
Ninguém lembrava, mas mesmo que lembrassem que desculpa dariam para poder promover o encontro?
Rogério se dispôs a voltar lá e descobrir qual a especialidade dela e dar um jeito para que eles ficassem a sós. Bem cupido mesmo, ou outra coisa que a maldade do leitor resolver por ai...
Omar ficou ansioso, como a muito não ficava, mãos suando, tremendo e irrequieto, com os olhos a todo instante se voltando para a entrada do posto.
Para diminuir a ansiedade, Rodrigo diz algumas bobagenzinhas do tipo: “-Só falta ela ser ginecologista e o Rogério chegar aqui dizendo que te marcou um exame!” – e ri junto com Felipe, Omar naturalmente não!
Algum tempo depois Rogério volta e diz que tudo bem, ela é ortopedista pelo que apurou é solteira, desimpedida e não tem nenhum paciente na próxima hora, logo se quisesse entrar lá e conversar, ver se a química rolou mesmo, se o clima era verdadeiro era só marcar a consulta e entrar. Só que ali é um posto que funciona como ‘pronto-socorro’ e ele não iria conseguir entrar na sala da ortopedista a menos que fosse urgente, caso de fratura... Ai ferrou! Como fazer? Fingir? Poderia até ser, mas iria parecer irresponsabilidade e Omar o que menos queria era passar por irresponsável, no que todo mundo concordou. Bem então como?
“-Fratura alguma coisa ai!” – Rodrigo e suas idéias sem lógica.
“-Tá louco? Fraturar algo? Dói!”
“-Dói, mas passa! Fratura algo que cê não precise usar no trabalho, tipo mão; dedo; perna... Fratura o nariz!”
-Hahaha, ta bom! Como se até fosse fácil fraturar um nariz, se bem que né? É só cartilagem, vai doer um pouco... Mas uns analgésicos um cuidadozinho aqui... Outro ali... Boxeador fratura o nariz pra treinar né? Ó podia até ser... Heheheh!
Depois de ouvir este pequeno discurso, os outros três não tiveram duvidas, aquela podia ser a ultima chance de ver este cara feliz... Rogério e Felipe seguram Omar pelos braços.
“-Ei, que cês vão fazer? Que isto? Solta, solta eu tava brincando... Solta!”.
“-Cara, vai por nós... É pro teu bem!”
Rodrigo com a bola de basquete que os trouxeram até ali faz mira: “-Segura o pescoço dele ai pô!”.
Alguns minutos depois lá está Omar contando isto para Drª. Walkiria que achou tudo muito bonito, um verdadeiro sacrifício... Receitou os analgésicos, um antiinflamatório e disse que depois do plantão vai ter muito prazer em ficar cuidando e conversando com Omar...
Isto faz já alguns anos.
Os dois resolveram que deveriam morar juntos, a tal química realmente rolara. Quando oficializaram a união o nariz de Omar ainda estava um pouco inchado, não muito, mas estava. Mas como previram, não doía.
Entraram no cartório cercados pelos amigos, dela e dele.
Os três loucos lá também claro. E cantavam em corinho para os noivos enquanto assinavam o livro de registros:
“- Keeps me believing, although you're deceiving/My kinda love, one way to paradise.
E quem diria o caminho para o paraíso passou pelo pronto socorro... Só a paixão explica, nem Freud...


enviada por Ron Groo



29/05/2008 21:30

E naquele podio em Mônaco...





Kubica: Ai ele saiu do tunel todo estabanado e pum no Sutil!
Massa: Para, para que eu num to guentando...
Lewis Hahahah, o Ron Groo tem razão, é um bunda mole mesmo!
Principe: Quero ver ele explicar a barbeiragem depois.
enviada por Ron Groo



28/05/2008 20:52

Sobre Jazz e podcasts




Ele está entre nós!
Herbie Hancock se apresentará de graça no Parque Vila Lobos deste Domingo 1º de Julho. E de graça!
A possibilidade de ter acesso à música de qualidade e sem ter que pagar os preços absurdos pedido pelas casas de espetáculo – não que alguns shows não valham – é coisa raríssima, digna de uma “Mosca Blanca” do Pandini.
Ainda não sabe ainda de quem é Herbie Hancock?
Filho de músicos começou a freqüentar aulas de piano aos sete anos de idade, orientado pela organista da igreja freqüentada por sua família. Por isto mesmo até entrar na adolescência não podia imaginar que seu futuro musical estivesse ligado ao universo do jazz. A facilidade para ler musica o ajudava a tocar peças clássicas de compositores como Mozart, Mendelssohn.
Alguns anos mais tarde ao ouvir um trio de jazz começou a mudar sua maneira de se relacionar com o gênero. Nunca é demais lembrar que o jazz nos EUA equivale a musica popular.
Que inveja, aqui musica popular tem que ter mulher com pouca ou nenhuma roupa se esfregando nas câmeras de TV. Coisa estranha afinal quem compra os cd´s não vê as tais “artistas”. Se bem que para isto tem os Dvd´s né? Ai ai...
Herbie é influenciado e muito por outro gênio, Milles Davis e é fácil detectar semelhanças entre suas musicas. Os dois são responsáveis por aproximar o jazz do pop tendo trabalhando com diversos artistas fora do estilo conferindo um frescor do qual ele se ressentia. Como no caso do show que vem apresentar por aqui, onde mostrará musicas de seu novo álbum ‘River: The Joni Letters’ no qual revisita e até reinventa canções e temas criados pela cantora folk Joni Mitchell.
“Cantaloup Island” a musica que esta no fim deste texto reflete bem isto com sua levada funkeada e frases curtas do piano e sopros.
Em 1994 varreu o mundo por conta de um remix feito por um grupo chamado US3 que apenas adicionava uma batida mais acelerada e um rap ao original.
Pessoalmente prefiro a versão de Hancock.

E para quem não gosta de Jazz aqui está os links para ouvir o programa sobre Mônaco/Indy 500 e outros temas da Rádio On Board, que é apresentado por Felipe Maciel do Blogf-1 coadjuvado por mim.
Parte 1
Parte 2
Boa diversão e não deixe de comentar.
enviada por Ron Groo



27/05/2008 22:16

Para fechar este assunto chato

Se for apenas numeros o que usam para denegrir Nelson Angelo e ainda dizem que é ‘fato’, algo irrespondível e inargumentavel então vou insistir em Nelson Rodrigues, que a maioria dos torcedores que chutam o ‘cadáver’ mesmo antes de ele estar morto nem deve saber de quem se trata.
Na década de 60 quando os frios números diziam que o Fluminense não era o melhor time do Rio de Janeiro, o velho Nelson respondeu da seguinte forma:
“-Oras! Que são números ante a pólvora de uma paixão que se renova? Querem números, então fiquem com eles, os idiotas da objetividade, que eu fico com o que penso e sinto em relação ao tema!”
Concordam? Afinal esporte, seja ele qual for não é feito só de números.
E se ainda assim quiserem os novos objetivistas insistir nos números ai é que fica latente a falha de argumento. Pois sob as luzes destes mesmos números que usam posso apresentar então os de certo piloto alemão que por si só apontariam que ele foi o melhor piloto de todos os tempos, furos à frente e acima de um piloto brasileiro que foi tri campeão mundial – com justiça – e encantou o mundo.
Mas ai estes mesmos objetivistas diriam que os números não são tudo e não dizem tanto!
Ora vão pro inferno!
enviada por Ron Groo



27/05/2008 00:17

Ava(ca)liações - Mônaco - 08

"Brasileiro tem alma de vira-latas”
Nelson Rodrigues que é o maior dramaturgo deste pobre País, e de quebra um de seus melhores tradutores cunhou esta frase após o “Maracanazzo” de 1950 para definir o medo que o País começou a sentir ante qualquer adversário antes mesmo de entrar no campo de jogo.
É assim que alguns vêem Felipe Massa.
Lembro desta frase e deste episodio para ilustrar ao 'torcedor' brasileiro – aquele que ainda acha que a F1 começou com Senna e acabou na Tamburello – que não temos mais alma de vira latas em relação ao Maffinha
Não ganha só quando a Ferrari ‘deixa’, ou quando não tem importância. E não pensa apenas em ganhar a corrida.
Demonstrou em Mônaco que já pensa em ganhar o campeonato e que sim, ele não só faz frente de igual para igual ao ‘burocrata de gelo’ como pode superá-lo até com facilidade.
Vide os tempos que vem colocando em cima do finlandês classificação após classificação.
Massa agora é realidade.
Eu mesmo já tive duvidas quanto ao Massa. Vi com olhos de interrogação sua vitória no Bahrein, mas me ratifiquei ante a sua evolução nos Gps seguintes. Se não sou o maior entusiasta, também não sou mais seu critico, apenas torço.
Discretamente devo dizer, já que para mim a F1 vem antes do patriotismo.
É arrojado é corajoso e tem a afobação natural daqueles que visam acima de tudo à vitória.
A nota para o terceiro lugar dele em Mônaco é 9, apenas porque errou na Saint Devote o que nem foi determinante para sua posição final.



Assim como usar o chavão ‘Jorgeamadiano’ de que todos os filhos de rico são perdulários e só servem para dilapidar o patrimônio dos pais e acabar com o nome da família - quem leu os livros do velho Jorge sabe do que estou falando - para atacar e diminuir Nelson Ângelo frente a qualquer outro piloto apenas porque seu início de carreira tem sido ruim e difícil.
Pior ainda jogar nele os ódios gerados pelas frases e atitudes de seu pai.
Se Piquet calado era um sábio, falando era no mínimo um comediante muito bom!
Para finalizar.
Não que ele seja ou vá ser um piloto fora de série, mas também não é o 'Zé Mane' que todos os 'izpecializtas' pintam, tocando assim numa segunda frase de Nelson Rodrigues: "Toda unanimidade é burra!"
Sem nota, para o bem e para o mal.



Rubens foi muito bem, apoiado na experiência que lhe confere seus 278 Gps e em seu talento natural para pilotar naquelas condições. Nota 8 para ele.

Outros pilotos que se destacaram positivamente foram: Vettel, Sutil, Webber que vem fazendo boas corridas, Kazuki Nakajima

E os que foram um desastre: Sebástien Mane, Fóssil Couthard e Nico(a) Rosberg.

enviada por Ron Groo



25/05/2008 14:20

Grooniadas em Mônaco - 25/05/08

Mônaco não perdoa erros.
A Ferrari errou e tirou o segundo lugar de Felipe Massa.
O primeiro quem tirou foi a Mclaren mesmo.
Mônaco força aprender com os erros.
Lewis errou, mas teve sorte e competência para continuar na prova e se aproveitar dos erros da Ferrari para vencer.
Mônaco premia quem não erra.
Kubica não errou e teve como prêmio o segundo lugar. No principado isto não é pouco!
Mônaco não é para meninos: Sebástien Mané, Nico (ou Nica?) Rosberg e Timo Glup que o digam!
Mônaco não é para velhos: Couthard só fez porcaria – como sempre- e daqui para frente nem vou mais pegar no seu pé. Sem alusão nenhuma a corrida de hoje: é chover no molhado. Vai jogar bingo velho!



Fazer a pole e largar bem não foi o suficiente para Massa inscrever seu nome no rol de ganhadores nas ruas do Principado. Desconte as condições da pista – que no frigir dos ovos eram iguais para todo mundo – o erro na Saint Devote foi um dos pontos cruciais para que ele não vencesse. Some-se a isto a entrada do ‘safety car’ após o acidente imbecil do fóssil, ao erro estranho da equipe e a competência de Hamilton e então terá um terceiro lugar. Pelo campeonato, está de bom tamanho. Para o currículo, vai ficar faltando ao menos até o ano que vem.



Vamos tratar dos erros: Kimi errou? Sim, errou, mas ter tirado Adrian Sutil da corrida foi mero acaso.
A apatia desta vez vai ser confundida com cautela, pista molhada e tal... Não penso desta forma.
Por mais que Lewis tenha largado bem, o fato de Raikkonen nem ter brigado para manter a segunda posição foi determinante. Duvido que Lewis tivesse culhões suficientes para tenta passar o piloto numero um em condições normais, quanto mais em pista molhada.
Há de se lamentar pelo piloto da Force Índia, que chorou dentro
dos boxes como Vettel chorou ano passado no Japão quando Lewis Hamilton fazia um brake test atrás do ‘safety car’ o tirou do segundo lugar da prova.



Mais erros; Nelson Ângelo errou, a equipe errou com ele e a pressão vem sendo monstruosa. Sinal de que o sobrenome tem pesado. É apenas a sexta corrida do herdeiro de Piquet e a primeira efetivamente de F1 nesta pista.
Seria prudente ter calma, torcedores, dirigentes da equipe e imprensa em geral. Mas pela foto se vê que o próprio não está agüentando. Pena! Pode-se estar queimando um possível talento. Não digo excepcional, futuro campeão, mas um piloto bom.



Agora vamos tratar dos acertos: Rubens acertou ao tentar uma só parada. O sexto lugar e a quebra do jejum de pontos são seus prêmios. E ainda fez ultrapassagens - quem disse que não da?


Registre-se a boa corrida de recuperação de Heikki Kovalainen que teve de largar dos boxes e ainda chegou ao oitavo lugar e por lá terminando, mesmo atropelando Jason Button, mas sinceramente? Quem liga para o Button?
Vettel fez grande corrida.
Mark Webber – quem diria – vem fazendo boas corridas!
Kazuki não fez nada que o desabonasse.
Aliás, falando nisto, o GP de numero 600 de Frank Williams foi salvo do fiasco total pelo japonês, já que seu companheiro(a) de equipe deu um prejuízo estimado em R$260 mil Reais com os bicos quebrados. Volto a repetir: A Williams merecia uma dupla de pilotos melhores.



Nick Haidefeld parece ter perdido algo, seja a vontade, seja um pouco do talento. Está tomando uma verdadeira surra do polonês narigudo e não me admira se ele for realmente tocado por Alonso no ano que vem como dizem alguns boatos.





De resto é aguardar Montreal que também é travado, mas ao menos tem um ou outro ponto de ultrapassagem real.

enviada por Ron Groo



23/05/2008 19:55

Vitória em Mônaco





Sem saudosismos e sem ranços sentimentalistas, após quinze anos de jejum um brasileiro voltou a vencer nas ruas do Principado de Mônaco.
Sempre disse por aqui que a pista de Mônaco separa homens de meninos.
Reafirmo isto.
Se a carreira de Bruno Senna vai decolar, se ele será um grande campeão e senhor das pistas não se sabe.
Também não faz diferença, afinal o futuro a Deus – para quem acredita nele – pertence.
O fato é que ele VENCEU em Mônaco, não é qualquer pista e nem é pouco isto. Para se ter uma idéia do tamanho do feito, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi nunca venceram por lá.
Vencer por lá, seja de F1, Gp2, A1Gp, GpMasters ou corrida de carrinhos de rolimã na descida da Loews é um feito que merece louvores, por isto faço este registro, que quem acompanha o blog sabe que é pouco usual.



enviada por Ron Groo



21/05/2008 21:37

Notinha do busão




Faz tempo que eu não fico escutando as conversas dentro dos ônibus para montar as ‘notinhas do busão’.
Desde a notinha do aniversário do blog para ser mais exato.
Afinal não tenho notado comentários que merecessem as pequenas crônicas do dia-a-dia dos coletivos.
Só que esta semana - que só está começando - vem sendo pródiga.
Por estarmos às portas do GP de Mônaco e parecer que a vida política de Max Mosley será decidida por lá a conversa começou a girar em torno do tema.
Até estava participando do bate-papo, mas não havia opinado ainda quando a conversa esbarrou no já surrado escândalo ‘sado-nazista’:
-Pô, já tão enchendo o saco com esta história de querer tirar o cara da presidência da Fia de qualquer forma.
-Por este motivo então... Todo mundo tem taras!
-Pois é e se ele estivesse com meninas vestidas de enfermeira? Ou freiras? Sei lá! Seria a mesma coisa, o problema é dele oras!
-É... Pior foi o Ronaldo fenômeno
-Pior, claro!
-O Max pelo menos estava com mulheres...
E o melhor é que o cara não deixa de ter razão!
enviada por Ron Groo






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